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Transforme-se: A empregabilidade inclusiva no espectro

Em determinada altura nos Transformers diz Optimus Prime para inspirar os Autobots - "Neither impossible, nor impassable!". Na ficção tal como na vida real é importante passar esta mensagem. No Espectro do Autismo é sentido no quotidiano e ao longo da vida essa necessidade. Transformers, roll for it.

O conceito de empregabilidade inclusiva deixou de ser uma ficção para se tornar uma realidade cada vez mais presente. Tal como a própria ficção está cada vez mais elaborada para dar ao espectador uma sensação de imersão numa realidade. Também a reflexão acerca da importância da inclusão das pessoas com determinadas condições tem sido maior. Os fóruns para debaterem este tema tem crescido a nível internacional e nacional e ao mais alto nível das Organizações responsáveis por regular ou recomendar directivas para estas questões.


Na Perturbação do Espectro do Autismo (PEA) nos últimos cinco anos tem crescido um movimento de autodeterminação constituído por Autistas adultos, familiares, profissionais que trabalham na área, investigadores, políticos e outros cidadãos mais activos. Também nos últimos cinco anos se tem verificado ao chegar do patamar da "meia-idade" para o primeiro grupo de autistas adultos diagnosticados de acordo com os manuais de diagnóstico. Alguns destes adultos têm verificado que as dificuldades na sua integração socioprofissional e dos demais autistas que foram diagnosticado depois de si continua ao fim destes anos todos. Como tal sentiram que havia que provocar uma mudança no cenário.


A empresa Auticon ( www.auticon.ca) tem demonstrado que é possível criar uma empresa na área das Tecnologias de Informação constituída apenas por autistas e para autistas. O conceito de discriminação positiva usado por exemplo na criação de cotas para pessoas com deficiência é um exemplo de uma possível prática. Ainda este ano foi aprovado um diploma legal que obriga as empresas Portuguesas com 75 ou mais colaboradores a se adaptarem até 2020 no que diz respeito à inclusão de pessoas com deficiência nas suas empresas. A criação de cotas pode e deve ser discutida. Mas talvez isso fique para uma próxima.


A empresa Auticon adquiriu esta semana uma outra empresa, a Meticulon alargando a empregabilidade de autistas com formação na área das TI's. Este e outros exemplos de boas práticas pode e deve servir não somente como exemplo mas também como catapulta para gerar novas possibilidades de se olhar para a Neurodiversidade como um factor de crescimento nas empresas e na Sociedade.

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