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A música não tem de ser sempre a mesma

"Governo quer regras para ensino superior no apoio a alunos com deficiência" podemos ler no link da RTP (ver aqui). Talvez alguns de vocês não saibam, mas há muito que esta realidade é conhecida. As pessoas com deficiência sabem-no. As suas famílias também. Mas também as Instituições de Ensino Superior. E os sucessivos governos foram estando mais ou menos atentos e produzindo algumas medidas, ainda que avulsas.


Não estamos no mesmo lugar onde nos encontrávamos há vinte ou dez anos atrás. Mas estamos aquém do que é preciso fazer. Porquê? Porque estamos a falar de pessoas, vidas humanas, sonhos, direitos. Todos, todos nós temos o direito à educação. E este direito também se estendo para o Ensino Superior e ao longo do ciclo de vida. As pessoas com deficiência aprendem. E por favor, não venham falar de rampas de acesso que foram construídas. Até porque isso apenas vos envergonha.


Por exemplo, nós no Autismo no adulto e no PIN - Partners in Neuroscience, temos procurado ir junto de Instituições do Ensino Superior. Seja porque no processo de acompanhamento dos nossos clientes verificamos a necessidade de poder orientar a pessoa autista no processo de candidatura, mas também ao longo de todo o processo de realização da sua formação. Mas também porque vai sendo necessário abordar o autismo junto de coordenadores de curso e alguns docentes universitários. Ou quando desenvolvemos acções de sensibilização e formação, tal como a mais recente que ocorreu no Instituto Superior Técnico no TagusPark (ver aqui). Ou o Workshop Quando o autismo vai para a Universidade, realizado na Universidade de Lisboa para profissionais de saúde e docentes universitários (ver aqui).


A realidade das pessoas com deficiência pode ser diferente. Precisamos todos de fazer parte da mudança.


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